Numa entrevista com o blog da PlayStation, Tore Blystad, diretor do projeto, em conjunto com Christian Eleverdam, responsável pelo sistema de jogo de Absolution, falaram sobre o trabalho de criar um mundo aberto. Nesse aspeto, ambos destacaram que para que o mesmo tenha sucesso, o mundo precisa de se sentir vivo.
"Se matas o tipo que devia acender as luzes de uma casa, a situação muda completamente," afirmam, uma vez que, "cada ação, por mais pequena que seja, tem a sua própria consequência no desenrolar da ação."
As decisões de como estas afetam o decorrer das missões prometem também ser muito mais livres e amplas ao longo do jogo. Como tal, por exemplo, numa missão iremos encontrar um polícial novato em que o seu chefe não pára de o recriminar.
"Este rapaz novo é sempre repreendido pelo seu chefe e tu podes precisamente distraí-lo. Ele irá investigar antes de continuar com a sua pequena história. Se tomares um caminho diferente, podes ver a sua história desenrolar-se de uma forma diferente."
"Este tipo de situações," assinalam os criadores de Hitman, "permitem que jogues com a tua moral: podes matar o novato sem lhe cortar a cabeça, ou isolar e matar o seu chefe, dando ao novato um momento de descanso. Nós queríamos mesmo incluir muitas coisas deste tipo." Uma vez que para a IO Interactive, eliminar este tipo de situações significaria criar um jogo de ação furtiva normal e corriqueiro.
Hitman: Absolution vai ser lançado apenas no próximo ano para PC, Xbox 360 e PS3.
fonte: Eurogamer

0 comentários:
Postar um comentário